sábado, 2 de novembro de 2013

sexta

a teresa me disse que faz quatro anos na sexta agora, mas o moacyr disse que sexta, para ela, quer dizer tudo o que é futuro. gostei. na sexta agora releio o ulisses, anotando os comentarios, compro uma daquelas geladeiras que têm água na porta, visito a veronika duas vezes por semana, proponho um plano infalível de desmilitarização de são paulo, como gnocchi de ossobuco e brinco de stop com a leda e o david.

3 comentários:

  1. a vida pode ser uma guloseima, um acepipe, um petisco, quando beijamos um filho ou uma sobrinha, ou bebemos água gelada, diretamente da porta do “frigidaire”, novinho em folha...

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  2. os filhos crescem e ... stop, não tem mais brincadeira de stop. só placa de rua, letra de música, trânsito parado, e a ampulheta do tempo que, virada , escorre sem dó as topadas, os joelhos esfolados, a cancela do trem que já não passa mais. o golpe acabou com a vida do trem. sobrou um aqui, outro ali, o stop foi arrasador e o rastro se espalha país afora. o cronômetro que aciona o tempo de testes psicológicos importados, pode colocar um stop irreversível, criando sujeitos acima ou abaixo de uma linha cheia de certezas e conclusões. é isso ou aquilo, estoporado para sempre.

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